domingo, 7 de agosto de 2011

Norma ISO 20.121 determina como agir de forma sustentável na realização de eventos

Comunicação Organizacional e Relações Publicas: Norma ISO 20.121 determina como agir de forma sust...: "Todos os anos são realizados no Brasil milhares de eventos de diversos segmentos. Os organizadores pensam estrategicamente em cada detalhe p..."

Todos os anos são realizados no Brasil milhares de eventos de diversos segmentos. Os organizadores pensam estrategicamente em cada detalhe para garantir o seu sucesso: como divulgá-lo, o menor custo, a melhor localização, entre outros.
“Preocupar-se com ações sustentáveis precisa fazer parte da rotina de qualquer empresa. Quando se trata de eventos, é preciso motivar todos os envolvidos a terem uma consciência ambiental antes, durante e depois da sua realização”. Essa é a opinião de Daniel de Freitas, coordenador da Comissão de Estudos Especiais - CEE 142 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), que elabora a Norma ISO 20.121 de Gestão Sustentável de Eventos.
A Norma ISO 20.121 (a ser publicada em junho de 2012) estabelece padrões de gestão sustentável para eventos como as Olimpíadas de 2012 e a Copa do Mundo de 2014.
Conforme Daniel de Freitas, estão englobadas nessas estratégias medidas práticas que privilegiam o desenvolvimento sustentável como um todo, levando em consideração que a sustentabilidade é baseada em um tripé econômico, social e ambiental.
Sem perceber, algumas empresas até desenvolvem ações sustentáveis, mas não sabem que já estão contribuindo. “Por isso é importante buscar a orientação de um consultor para que seja traçado um plano de Gestão Sustentável e faça os envolvidos perceberem que algumas ações realizadas já fazem parte de um movimento sustentável, e que podem cooperar muito mais. Trata-se de um processo de aculturação”.
Para ajudar os organizadores a descobrirem como podem fazer para tornar o seu evento mais sustentável e entender que o investimento em sustentabilidade é revertido em muitos benefícios para a empresa gerando um bom retorno, o profissional lista algumas dicas:
- Tente reduzir ao máximo os resíduos gerados pelo evento e através do evento;
- Utilize recursos reaproveitáveis ou recicláveis;
- Nos estantes, dê preferência para lâmpadas econômicas, como as LED´s que chegam a economizar até 90% de energia;
- Verifique a acessibilidade das pessoas deficientes;
- Possibilite a inclusão social;
- Opte por brindes recicláveis ou feitos de material reciclado. Banners podem ser feitos de tecido de garrafas pets;
- No desenvolvimento de um evento, o item transporte pode representar cerca de 80% das emissões de Gases Efeito Estufa. Trabalhar com fornecedores da região do evento, além de reduzir a quantidade de poluentes jogados no ar incentiva a economia local;
- Faça a coleta seletiva e a destinação correta dos resíduos gerados no seu evento;
- Na área de alimentação, opte por produtos orgânicos ou mais saudáveis.
A empresa que investe em ações ambientais e que faz parcerias com fornecedores também focados em sustentabilidade mostra que está preocupada em oferecer os melhores serviços com menores impactos ambientais.


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RPitacos: Perceber aquilo que não se vê - Relações Públicas ...: "Muitos já ouviram aquele ditado de que nem tudo o que parece é, ou seja, que as imagens que são vistas de maneira superficial e rápida nem s..."

domingo, 31 de julho de 2011

Do Fogo à Proteção: Arquipélago dos Alcatrazes aguarda para se transformar em atrativo turístico


Arquipélago dos Alcatrazes. Foto: Celso Moraes
 por Ana Celina Tiburcio

Beleza cênica e biodiversidade. São conhecidos em Alcatrazes centenas de plantas e animais, que evoluindo isolados do continente nos últimos 10 mil anos, tornaram-se únicas no Planeta. O maior ninhal do sudeste brasileiro, com grande potencial turístico, pode se transformar em Parque Nacional Marinho do Arquipélago dos Alcatrazes.

O Arquipélago dos Alcatrazes abriga pererecas, cobras, lagartos, aranhas, centopéias, insetos, bela variedade de orquídea e a flor rainha do abismo. Contudo, ainda sem catalogação, vários destes seres vivos estão relacionados na lista paulista ameaçados de extinção. Podendo ser o turismo científico uma alternativa de melhor conhecer o Arquipélago, onde também estão presentes as cinco espécies de tartarugas marinhas existentes no Brasil.

Diferentemente do turismo predatório que o Litoral Norte está “acostumado’ a vivenciar, cheia de riquezas e ameaças, com o aumento do turismo, a região de Alcatrazes deverá ter o cuidado de dialogar e planejar o turismo sustentável, como o mergulho, por exemplo, que o turista está mais preparado para causar o mínimo impacto ambiental.

Além de atrativos naturais subaquáticos, o avanço no diálogo com a conservação dos recursos, também deverá estar na agenda da visitação aos núcleos caiçaras, que tem a expectativa da gestão da rede integrada nas áreas, valorizando e valorando aspectos sociais, culturais e ambientais da região. Conheça um pouquinho da história do Arquipélago de Alcatrazes, a seguir.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

ICMS Ecológico incentiva investimentos ambientais

São Miguel Arcanjo/SP
 
29 de julho de 2011

Preservar o meio ambiente gera renda aos municípios brasileiros. O exemplo é o ICMS Ecológico, projeto incentivado pela ONG The Nature Conservancy (TNC).

De acordo com a Constituição Federal, o ICMS arrecadado pelos estados deve ser dividido na proporção de 75% para o Estado e 25% aos municípios que o geraram. Para a distribuição desses 25%, o estado pode legislar criando critérios próprios até o montante de 1/4 deste valor. Os critérios ambientais inseridos nessa fatia são chamados de ICMS Ecológico ou ICMS Verde.

O coordenador de Serviços Ambientais da ONG, Fernando Veiga, explica os critérios de recebimento deste valor.

- O ICMS Ecológico é um mecanismo de compensação fiscal aos municípios. Ele redistribui a renda do ICMS coletado pelo Estado aos municípios que detém áreas de conservação nos seus territórios, ou que praticam ou desenvolvem ações ambientalmente adequadas – informa.

O município de São Miguel Arcanjo, no interior de São Paulo, por exemplo, possui cerca de 20% do seu território ocupado por Unidades de Conservação.
Nos últimos cinco anos, a cidade recebeu R$ 2 milhões, que são aplicados construção de novos pontos de coleta de lixo e de coleta seletiva na zona rural. O secretário do Meio Ambiente do município, Roberto Furuya, salienta também que os recursos são aplicados em ações de educação ambiental.

- Temos uma lei municipal que institui a educação ambiental de forma transversal. Todas as escolas estão trabalhando a questão ambiental nas escolas de ensino fundamental – afirma.

A cada ano, pelo menos R$ 600 milhões para os municípios que abrigam Unidades de Conservação ou se beneficiam por meio de outros critérios ambientais.

Até 2010, os estados que mais tiveram destaque nesse trabalho foram o Ceará, com aproximadamente R$ 53 milhões, o Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, com cerca de R$ 55 milhões, e São Paulo, com um pouco mais de R$ 92 milhões.


Fonte: 
http://wp.clicrbs.com.br/campoelavouranagaucha/2011/07/29/icms-ecologico-incentiva-investimentos-ambientais/?topo=52,1,1,,171,77

Saiba mais em: 
http://www.icmsecologico.org.br/